José Eduardo Carvalho, Valdecir Pereira e Diogo Azevedo foram atropelados por um MOTORISTA guiando uma picape Saveiro, o condutor fugiu sem prestar socorro e ainda não foi identificado.
José Eduardo era ciclista master e muito querido pela comunidade ciclista mato-grossense.

Para a Federação de Ciclismo do estado o ocorrido foi uma assassinato para nós também, não pode ser considerado acidente algo que acontece toda semana no Brasil .

O assassinato/atropelamento aconteceu na Rodovia Emanuel Pinheiro, sentido Chapada dos Guimarães, o condutor da máquina mortifica saiu sem prestar socorro.

Ciclistas prestaram homenagem e acompanharam o cortejo junto a família até o sepultamento no Cemitério Bom Jesus.

Agitadores da cultura da bicicleta da região prometem uma manifestação e colocação de uma ghostbike sem data definida ainda.
Podia ser logo né pessoal, não deixar a pauta esfriar sabe por que? Pois no dia o1 de janeiro de 2o15 já foi registrado mais uma morte envolvendo automotor e bicicleta.Desta vez em Bauru SP

Por volta das 15h desta quinta-feira (1), um ciclista de 28 anos foi atropelado em Bauru-SP .

De acordo com o boletim de ocorrência (BO), a condutora do veículo que colidiu frontalmente contra o ciclista, uma mulher de 55 anos, afirmou que o jovem trafegava na contramão da via, que tem sentido único.

A diferencia entre os dois era que o ciclista de Bauru era pobre e desinformado, José empresário e esportista, centenas de ciclistas se despediram e o caso rendeu 15 matérias jornalísticas até agora.
O ciclista de Bauru nem sequer tem seu nome citado e a motorista alega que ele estava na contra mãe e tudo vira mais um BO, a banalização da morte vem de brinde na sociedade desenvolvida na velocidade sem segurança, onde a pressa e a irracionalidade valem mais que a vida humana e os animais.

A indiferença social não pode ser levada para a bicicleta símbolo de liberdade e confraternização da cidade e das estradas.
Como provocação um ciclista de 43 anos morreu após ser atropelado no perímetro urbano da BR-364 próximo a Cuiabá dia o1 de dezembro e ninguém ficou sabendo.

Como todo respeito a família de José e a nobre homenagem dos ciclistas mato-grossenses espero ver mais manifestações dos ciclistas esportistas quando morrer a gente simples de sua cidade, a única coisa que pode influenciar os atores construtores das cidades é a presença política por parte dos cidadãos.

Bicicleta não é só esporte, não é só meio de transporte. Bicicleta faz parte da vida dos brasileiros
A união e organização pode sim fazer diferença na cidade como esta acontecendo em SP por exemplo.

Transite deixa aqui sinal de luto a todos que morreram em transito. Principalmente a senhora que foi atropelada por um condutor de uma bicicleta speedy em Brasília.

A mesma velocidade que empolga é a que mata.
A mesma felicidade é a tristeza que nos une.

Fiz uma lista dos que morreram SÓ em dezembro de 2o14 e que os nomes foram identificados

Osni Rodrigues
Benjamim Rocha dos Santos
Tiago Alexandre Ramos
João da Conceição Soares
Antônio Correia Melo
Rozalves Mizael Rodrigues
Geni Gimenes Marieli Nunes
Antônio Correia Melo
Fabiana Marques de Souza
José Nascimento Duarte
Cleverson Rod
Adilson dos Santos…

a busca “Ciclista atropelatdo morre” consta com milhares de artigos publicados fora os que nao viraram noticia.

RIP todas as vitimas da velocidade. Que a uniao aconteca e mostremos para o poder publico que a velocidade mata e que andar com segurança é um direito de todos são importante.

‪#‎nãofoiacidente‬

Fotografia: Carla Rocha, Marcio de Sa
Informações Sergio Urel, Midia News,Glogo esporte e Jornal de Bauru.